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Atualmente o Lar da Criança
Padre Cícero abriga 40 crianças em duas casas lares. Com
as nossas três casas-lares funcionando, temos
capacidade para atender até 100 crianças. Só
recebemos crianças entre 0 e 6 anos, mas há meninos
mais velhos que estão conosco até hoje. Nossa
estrutura inclui um berçário equipado para receber 20
bebês.
O objetivo do Lar da
Criança é promover a reintegração familiar
de nossas crianças sempre que possível. Nosso Programa de
Reintegração Familiar já promoveu o retorno de
várias crianças e adolescentes a suas famílias e
comunidades de origem.
Algumas de nossas crianças
estão disponíveis para adoção, mas o
contato inicial deve sempre ser feito com a Vara da Infância e Juventude do Distrito
Federal .
Já a Creche Sonho de
Criança, que funciona em outro local, recebe mais de 200 meninos
e meninas para períodos diários de 12 horas –
atualmente, são 230, com idades variando de 6 meses a 6 anos.
Breve histórico:
A obra de assistência à criança e ao adolescente
órfão e abandonado foi iniciada em 1974, pelas
mãos de Maria da Glória Nascimento de Lima, em sua casa,
na QNA 06 casa 24, em Taguatinga. Na época, ela abrigava com
seus poucos recursos 90 crianças abandonadas. Atendia ainda,
como voluntária, cerca de 400 famílias residentes na
antiga invasão “Chaparral”, arrecadando cestas
básicas, prestando atendimento as gestantes, dentre outras
atividades.
A instituição foi formalmente criada em 1984,
recebendo o nome de Lar da Criança Padre Cícero, conforme
Registro de seus Atos Constitutivos, no Cartório do 3º
Ofício de Taguatinga, na data de 27 de abril daquele ano.
Dispondo de seus bens,
“Glorinha” adquiriu, em 1988, um terreno junto à
Terracap onde, com muita dificuldade, promoveu a
construção da sede da Entidade na Área Especial
nº 37 do Setor QNG em Taguatinga, onde funciona até hoje.
De lá para cá a
instituição vem ampliando sua área de
atuação e formando parcerias que possibilitam sobrepor o
auxílio meramente paliativo, passando a promover a
reintegração definitiva dos indivíduos à
sociedade ao mercado de trabalho.
Todos os programas desenvolvidos estão devidamente
consubstanciados em relatórios que são periodicamente
enviados as instituições competentes, inclusive à
Vara da Infância e Juventude do Distrito Federal,
Ministério Público e ao Conselho de Assistência
Social (CAS). |
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